sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Sentir o sentido do sentimento


Sinto-me angustiado neste momento,
Pois não encontro respostas nas coisas
E nem em me mesmo.

Isso me deixa sem sentido,
Quando mim sinto sentido
Pela perda do sentido existencial

Quem foi que me tirou o sentido?
Deixando-me sentir o não
Sentimento das coisas.

Quem poderia me dizer, onde posso;
Encontrar o verdadeiro sentido
Do sentir o sentimento sem
Perder o sentido do sentimento?

Ó Homem! Tu tens a resposta para
Minha aflição existencial?
Ou vens com balbucias filosóficas
E métodos terapêuticos, dizer-me;
Que posso encontrar em mim mesmo!?

Salva-me Senhor! Deste vazio existencial.
Livra-me, desta aflição interior.
Faz do meu desencontro um encontro.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Quem é o chato, e como posso conviver com ele?


Hoje vamos conversar sobre o chato. Se há alguém que está sempre na mídia é o chato. Ele está em todos os lugares e aparece nas horas e locais mais inoportunos. Aliás, ser inoportuno é uma característica sem a qual o chato o perderia sua chatice. Todo mundo, portanto, conhece pelo menos um chato, também conhecido como mala sem alça.
Há várias maneiras pelas quais o chato é inoportuno: ele é aquele que telefona para sua casa nos horários mais impróprios, sequer pergunta se você está disponível para atendê-lo naquele momento e chega a falar por horas a fio se não for impedido em tempo.
O chato pode ainda monopolizar uma conversa enfocando temas que só interessam a ele, pois, muitas vezes, as pessoas da roda tentam mudar de assunto e quando percebem lá está ele, novamente tocando na mesma tecla.
E falando de conversa, o chato também sabe de tudo e um pouco mais e parece que a conversa é uma competição na qual só pode haver um vencedor: ele. Você já deve ter tido experiência disso quando, ao apresentar um fato ou situação, o chato terá uma versão ainda melhor: a dele!
Isso pode piorar ainda mais quando o chato dá uma de moralista ou de dono da verdade, colocando-se acima do bem e do mal. Nessa linha, muitas vezes, o chato costuma dar conselhos que não foram solicitados, pois ele sempre sabe como o outro deve agir ou o que deve mudar etc. Mas ainda não acabou: o chato costuma entrar nas conversas sem ser chamado e, depois que entrou, segue o seu roteiro. O chato costuma também interromper frequentemente quem está falando, não o deixando concluir sua mensagem.
Como se pode ver o chato é invasivo, agressivo e manipulador. E, o pior, é que não percebe isso!
Falta-lhe um conjunto de habilidades sociais que tornaram suas relações sociais e interpessoais mais agradáveis, menos aversivas. Habilidades sociais que lhe permitam ser educado, empático e assertivos, características encontradas em pessoas que, normalmente, são sensíveis aos outros e às situações vivenciadas.
Infelizmente, o comportamento do chato persiste por dois motivos: ou porque acaba sendo reforçado positivamente – às vezes recebe um elogio ou alguém que compartilha seu ponto de vista – ou negativamente, ou seja, por um comportamento de fuga/esquiva – as pessoas não reagem ao chato na esperança de que ele se toque. Essa até seria uma boa tática de extinção do comportamento do chato se não houvesse reforçamento positivo intermitentes.
Desta forma, a saída diante do chato pode ser uma advertência direta sobre o seu comportamento inoportuno, ou, em um caso extremo, a punição: deixá-lo à mercê de outros chatos. Quem sabe não dê certo?










Deixe uma mensagem aos paroquianos de Santa Quitéria convidando – os a participar desses dois anos da Missa de Cura e Libertação.

4. Deixe uma mensagem aos paroquianos de Santa Quitéria convidando – os a participar desses dois anos da Missa de Cura e Libertação.

É com muita alegria que convido os paroquianos da minha querida e amada Paróquia de Santa Quitéria e estendo o convite para todos os paroquianos das outras paróquias que participam, acredito que participam bem mais do que os nossos paroquianos. Nesta missa de dois anos Deus vai agir de um modo especial, porque nela faremos mais outro projeto de evangelização que é a gravação de um CD da missa de Cura e Libertação. Então, convido a todos para participar, que seja de fato uma expressão paroquial: o povo cantando, a unção acontecendo para que possa chegar aos corações daqueles que possam comprar, contribuir com a evangelização e a auto-evangelização. Ser tocado e mudar de vida.

Sabemos que há várias criticas em relação às Missas de Cura e Libertação, por causa do “sucesso” repentino que vem fazendo. O que o senhor acha disso?

3. Sabemos que há várias criticas em relação às Missas de Cura e Libertação, por causa do “sucesso” repentino que vem fazendo. O que o senhor acha disso?
É que em nossa Igreja há várias correntes teológicas, por exemplo a teologia da libertação, as pastorais e movimentos voltados para o social e pessoas que têm a visão bem tradicional de missa, missa com tempo especifico, com estilo próprio, onde o padre não pode levantar as mãos, não pode cantar, não pode pular, não pode ministrar oração.
E na Missa de Cura e Libertação encontramos tudo isso, a abertura ao Espírito Santo deixando que Ele aja, sendo o agente que toca nos corações. Isso não quer dizer que o padre que preside esta missa não se prepare, ao contrário, a minha experiência é que eu me preparo muito mais do que os outros padre para celebrar esta missa, pois é uma missa onde a gente está aberto a todo tipo de contaminação, a todo tipo de poluição porque a gente não sabe as pessoas que vêm. Então ficamos contaminados nesta linha sobrenatural, porque nós proclamamos nesta missa até mesmo o exorcismo e a dissipação do espírito impuro. Justamente estas correntes que não acreditam que não são voltadas ao espiritual e que criticam dizendo que são missas – show, achando o tempo um absurdo.
Porém, estamos vendo que ela faz sucesso por causa da quantidade de pessoas, de fato é muito chamativa, é atraente e as pessoas se sentem bem. Tem aquela questão de inveja e ciúmes que acaba perdendo o foco, em todas as paróquias em que eu passo implantando a Missa de Cura e Libertação, atraímos ainda o ciúme e a inveja, infelizmente, de outros padres que não comungam da nossa espiritualidade. Mais sabemos que é de Deus e o que é de Deus tem que haver perseguição, tribulação e provação. Então, estamos no caminho certo.

Conheça o Padre!

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